Tenho saudades do mar, do seu cheiro, da sua humidade, saudades de são torpes, de sentir a areia molhada nos meus pés, de andar à beira-mar ao som das ondas e do meu mp3, só eu e o oceano ...
É cansativo viver em sociedade, as pessoas exigem muito das outras pessoas, e tudo tem de ser como elas querem, as pessoas têm de ser ajustadas aos interesses de cada um, não aceitam pessoas com humores diferentes, com maneiras de pensar diferentes, não aceitam a diferença ... por isso, é nestas alturas que tenho saudades de ficar sozinha em são torpes.
Sou diferente, sou complicada, sou reservada, vivo de música, respiro música, vivo da natureza, e depois? cada um é como é ... vive a tua vida e deixa os outros viverem as deles.
"Fazes parte daquele grupo de pessoas com quem posso contar para tudo na minha vida sempre e para sempre, e se calhar é por isso que as mãos me tremem de emoção ao te escrever estas palavras. Tu dás-me muito do que não tenho e no entanto nunca descansas, nunca te cansas de tentar descobrir em mim o que me falta para ser melhor e mais feliz.
Acreditas, incondicionalmente nas minhas capacidades, relativizas os meus defeitos, aturas as minhas neuras, partilhas as minhas vitórias, estás ao meu lado para o que der e vier.
Dás-me paz, companhia, doçura, harmonia, amor, serenidade, confiança. Dás-me a mão, o teu coração e a tua cabeça, as tuas memórias e os teus projectos, fazes-me sentir importante quando estou do tamanho de uma ostra e fazes-me rir quando quero chorar e chorar quando rio.
Uma amizade assim não tem fim, mas tem principio e meio, e no meio de
tudo isto só te posso dizer que o mundo não teria a mesma luz se tu não fizesses parte dele."
Baby, tonight belongs to us
Everything's right
Do what you must
And inch by inch we get closer and closer
Every little part of each other
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
" When someone has meant so much to you, it's impossible to completely forget that person, no matter how you two parted or if you've found another lover. Somehow, their memory and presence still haunt your soul. And as you begin to reminisce about your old flame, you wonder to yourself, "I miss your smile, your mouth, your laughter."
O amor ... uma palavra bastante previsível para quem nunca a viu ou conheceu, ou sentiu. Perguntamos constantemente o que isso é, mas parece que todos oferecem um pouco das suas opiniões em relação a este grande tema, que se torna uma pergunta retórica ... o que é o amor ?
O amor e o tempo, são uma constante variável talvez, são o Adão e Eva, são o apanhar o metro num fim de tarde exaustivo, são todas as coisas que podemos juntar e tentar classificar e definir, arranjar um rótulo, uma definição ...
Na minha vasta e longínqua multidão de pensamentos, o amor e o tempo são palavras bastante próximas , quando nós amamos, nós esperamos por acontecimentos e palavras que muitas vezes não chegam a se concretizar, mas mesmo assim o sentimento continua mais forte que nunca, pois é amar é esperar, é ter esperança . O amor ... e o tempo ... tão próximos, mas tão distantes, são tudo e não são nada porque não existe uma definição concreta e séria acerca do assunto, apenas aquilo que achamos que é. Complicado, talvez ... Estranho, também poderá ser, porque quando amamos queremos o tempo todo dessa pessoa. Queremos passar a ser o tempo dessa pessoa, os seus milésimos de segundo, minutos, horas, dias ... semanas, meses, anos ... para sempre. Torna-se complicado, confuso, estranho, porque não existe um "para sempre", apenas queremos acreditar que sim, acreditar num tempo indeterminado que seja meu e teu , seja nosso, e nunca pare, e crie momentos fantásticos, cheios de momentos bons e maus, de virtudes e defeitos, de delicadeza e de arrogância, de um equilíbrio natural para a perfeição das coisas.
Quando amamos queremos amar e queremos o tempo todo para nós, para a pessoa que amamos, para o nosso espaço, para criar distância entre momentos tão rápidos que não conseguimos sequer ter tempo para respirar e para aceitar as consequências...
O amor é um tempo de espera, invariável, inconstante, inesperado, é um amo-te tão sincero que torna exactamente esse minuto perdido no tempo, no silêncio das palavras, no silêncio do momento. O amor é um abraço no terror de actos irreversíveis e imperdoáveis, porque o amor é isso mesmo , é perdoar, é respeitar, é agradar, não contestar, discutir, o amor é tudo e não é nada, é um equilíbrio que quase ninguém percebe, por isso poucas pessoas encontram. Querem tudo mas não sabem ao certo o que querem, então o amor torna-se um estranho que nos bateu à porta e saiu pela janela, queremos a perfeição e o amor não é um acontecimento perfeito, é feito de equilíbrio, é saber esperar, aceitar, ouvir, deixar passar, dar tempo ... dar tempo ás coisas para que aconteçam de forma natural, porque o amor é isso. É imprevisível mesmo até no ultimo minuto.